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10 Maneiras de se tornar um (bom) Designer

Você já deve ter visto algo do tipo, existe um post em um blog que eu costumo ler com esse mesmo título, então resolvi criar a minha lista de 10 coisas que eu acho importante para um designer seja qual for sua área.

1. Seja Criativo!
A capacidade de criar coisas novas, apostar em possibilidades incomuns, e usar de coisas que ninguém nunca pensou antes é o que diferenciará você de outros designers. A criatividade sempre foi um critério obrigatório aos designers.

2. Seja Diferente!
Não só em suas criações como também no jeito de se vestir e andar. Acho que isso é uma característica dos designers. Não tenho explicações interessantes sobre o “porque” de ser diferente. Mais acredito que o designer deve criar o produto (seja ele qual for) usando de critérios estéticos e funcionais diferentes dos existentes. Logo, uma personalidade distinta, incomum e diferente pode ajudar.

3. Tudo simples, sempre!
Os nossos padrões estéticos hoje tentem a simplicidade, quanto mais simples (mas sofisticado) o produto será mais belo e harmônico. Passe a ver tudo simples, da janela do metrô até o tapete da sua casa, procure padrões, relacione formas, imagine traços, inove!

4. Saiba um pouco de tudo!
Publicidade, Marketing, Filosofia, Ergonomia, Antropologia, Matemática e Psicologia como mais um monte de disciplinas que são importantes o domínio do designer. Você não necessita só de conceitos estéticos para fazer um bom designers, precisa conhecer como o mundo funciona, e por fim abalizá-lo, e então procurar no que sua profissão pode melhorá-lo.

5. Estude Designer!
Seria um dos itens mais importantes, estudar designer não é só conhecer o dreamweaver, saber mexer no fireworks, entender o flash, dominar o Photoshop e etc, você precisa saber sobre conceitos ergonômicos, teoria das cores, tipografia, Gestalt, e um conjunto de outros conceitos.

6. Receba Opiniões!
Não vou mentir, copiei esse item da outra lista que eu conheço. Mais sem dúvidas é muito importante. Você pode pedir opinião de outros designers em fóruns ou até pessoalmente, como também é interessante pedir a opinião de membros do público alvo, por exemplo, eu não pediria opinião da minha mãe sobre um anúncio antidrogas voltado para o um público mais jovem.

7. Invista na Apresentação!
Falamos tanto em clientes, por isso, como aquela velha frase, a primeira impressão é a que fica, e que assim seja! Mais em segundo plano, não só a apresentação profissional, como a apresentação do projeto é a que conta, diga que um projeto bem apresentado já tem 40 % de chance de aprovação.

8. Tenha consciência sobre seu tempo!
Seja qual for a área é sempre uma profissão de trabalho relativa, você pode não ter nenhum trabalho para fazer hoje, como pode está sobrecarregado amanha, é melhor ter poucos projetos finalizados e entregados do que muitos atrasados. Tenha consciência do seu tempo e capacidade, se acha que não vai dar tempo, não diga ao cliente que vai fazer.

9. Seja Responsável!
Eu diria que isso é tudo na profissão, é uma segunda coisa que diferencia você de outro designer. Entregar trabalhos nos prazos, fazer como o prometido, entre outros itens é muito importante sempre.

10. Ame Design!
Esse é o segundo item que copiei da outra lista, e que é claro, não poderia faltar! Viva design, dance design, respire design, coma design, beba design, cante design, fale design, ame design!

Add comment Novembro 16, 2007

Afinal de contas, o que é Web 2.0?

Eis um termo muito usado nos dias de hoje, tão popular que até recebeu uma categoria só dele no blog e-paperBR. Não se assuste se você não sabe o que é, muita gente ainda não sabe, principalmente na área de Webdesign e Programação.

Definição mais Concreta
Web 2.0 ao mesmo pode ser definida como o aparecimento de novas tecnologias como também o conceito de “independência do sistema operacional” ou também inteligência coletiva, onde os usuários constroem e publicam informação sem ter necessariamente nenhum conhecimento de programação.

Primeiros Sinais
O Wikipédia é um grande exemplo de Web 2.0, onde os próprios usuários constroem a informação para seu próprio benefício. Os blogs é outro exemplo de Web 2.0, onde qualquer um a qualquer momento sem pagar nada e sem qualquer conhecimento de programação pode expor idéias na internet para que outros usuários interajam com suas opiniões usando dos comentários. O lançamento de editores de texto online, Photoshop online e outros serviços do tipo, também são sinais da web 2.0, apesar de não terem o mesmo desempenho de um aplicativo do tipo Desktop. O Youtube também é um grande sinal de Web 2.0.

Jogada de Marketing
Há quem diga que o termo é puro jogo de Marketing e ainda quem diz o que ocorre não é uma segunda geração de aplicativos para internet e sim uma evolução dos já existentes. O conceito de Web 2.0 é tão polêmico que ainda não tem uma definição concreta sobre o mesmo.

“Se todo mundo faz, vamos pagar pela qualidade!”
É um novo pensamento de muitos sites, posso dar dois grandes exemplos de sites que pagam quando o usuário gera conteúdo: o Tramavirtual que paga por download de musicas para as bandas que disponibilizam suas musicas (cuja questão é polêmica e interessante), e o Youtube, o qual paga para os criados de videos e animações.

Minha Opinião
A Web 2.0 sem dúvidas é uma evolução, de qualquer forma as melhorias são para todos, mas nossos internautas 2.0 devem ter em si mais participação, o simples fato de você comentar esse post você já está colaborando para web 2.0. Criar sites voltados para o 2.0 necessita antes, consciência se haverá um resposta de imediato dos internautas, e essa tal “resposta” é o que move a Web 2.0. O que me move a postar mais conteúdo, por exemplo, são os comentários. Resta a você fazer sua parte, sejá gerando conteúdo ou interagindo com os que já existem, no fim das contas, todo mundo ganha!

Add comment Novembro 16, 2007

10 Motivos para criar Sites Simples

Já é uma tendência no Brasil sites simples, ricos em sofisticação e criatividade e sem aquela “poluição visual”. Listei então dez motivos para você fazer/continuar fazendo sites simples:

1. Carregamento
Sites mais limpos de elementos visuais, pelo fato de serem simples na maioria dos casos facilitam o carregamento das páginas em contra-partida de sites cheio de elementos visuais. Há usuários que desistem da navegação só pelo fato da velocidade de carregamento, e ninguém é obrigado perder minutos esperando carregar.

2. Informação em Primeiro Plano
O internauta está em busca da informação, sites simples tornam a informação mais rápida e acessível, sites cheios de elementos gráficos podem deixar com que fique dificultoso o conteúdo.

3. Banner e Publicidade Funcionam!
Sites cheio de detalhes gráficos roubam a atenção, possibilitando assim com que um número menor de usuários preste atenção na publicidade e clique nos anunciantes. Já sites simples, fica mais dinâmica a visão sobre o site.

4. Facilidade de Criação
Sites simples são mais fáceis de criar, mas você deve criar de forma que por mais simples que seja, o mesmo seja sofisticado, e é aí que a criatividade conta.

5. Dispositivos Móveis
É cada vez mais usada a internet de dispositivos móveis, e sites simples tendem a maior facilidade de visualização, uma vez que a resolução como o tamanho são menores.

6. Suavidade
Sites cheio de elementos gráficos, cores, animações e etc. podem cansar os olhos. Sites simples são mais harmoniosos nesse ponto.

7. Atenção do Internauta
Sites cheio de elementos visual podem roubar a atenção do internauta e dificultar a navegação por conta da poluição visual.

8. Usabilidade
Sites simples são objetivos, e esse é um dos princípios que fazem a diferença na navegação.

9. Acessibilidade
Há softwares para deficientes visuais, sites simples são mais acessíveis a esse ponto, pois o software não vai ler todos elementos gráficos.

10. Credibilidade
Sites simples, por mais difícil que possa parecer tende a passar uma credibilidade maior, mesmo tendo um design simples, layout simples é sinônimo no mundo todo de respeito ao internauta.

Quais motivos a mais você cria e/ou vai passar a criar sites simples?

1 comment Novembro 16, 2007

Um pouco sobre a Inspiração

Algumas perguntas e conceitos básicos…

Definição
Inspiração é o estimulo do pensamento ou da atividade criadora.

Quando Chega?
Quanto mais tranqüilo você estiver mais rápido ela virá. Ela vem nos momentos mais inusitados, por isso é sempre bom andar com um papel e caneta no bolso.

De onde vem?
A inspiração, na verdade, advém de nossas experiências na vida, mudanças de ambiente, conhecer novos lugares, novos caminhos, culturas, folhear uma revista, ver outdoor e propagandas. E essas experiências visuais nos levam a querer mais experiências visuais.

Aprimorando
Criem novas experiências visuais, e vão a buscas de novas experiências para que possam alimentar suas mentes com novas concepções variadas.

E você, o que faz quando precisa de inspiração?

1 comment Novembro 16, 2007

Definindo Design

Introdução

Alguns dias eu coloquei um artigo no meu Deviantart (link do deviantart) com uma definição bem profunda de design, e ainda expliquei alguns conceitos de Webdesign. Se você pesquisar profundamente pela internet, não vai achar nada diferente, eu fiz com base em artigos que eu achei pela internet. Enfim, resolvi fazer uma versão mais completa para postar no Blog.

Design?

Primeiramente, design é uma palavra usada cada vez mais, não só nas áreas mais conhecidas por nós, que seria design de interfaces, design gráfico, design de produto e webdesign como em outras áreas: body design, design ambiental, hair design, design cênico e outras.

Quando ouvimos falar “design” nosso celebro associa design como sinônimo de algo belo, bonito, bem feito, e não é bem assim. O design por si é um conjunto de princípios e conceitos, a melhor definição seria a construção de uma funcionalidade, pela qual passa por um projeto, no qual existe um conceito pelo qual trouxe a necessidade de criação, e por fim a estética, que nem sempre é importante em contrapartida com a funcionalidade. Mais superficialmente, podemos entender design como a melhoria dos aspectos funcionais, ergonômicos e visuais dos produtos.

É e sempre foi, como sempre vai ser totalmente errado pensar que design é o mesmo que desenho industrial, podem no máximo ser usados como sinônimos dependendo do contexto pelo qual a palavra é empregada.

O que temos que entender é que design não é só a parte externa (ou estética) do produto, design engloba funcionalidade, usabilidade, metabilidade e muitos outros conceitos. O maior foco que podemos chegar junto a esse pensamento se fomos analisar pelo lado do design gráfico, é que não basta dominar um Software de Criação para fazer design, você deve antes saber projetar, entender e estudar muitos outros conceitos, aí sim você pode falar: “Eu sou um Designer Gráfico!”. Isso nos leva à um outro problema chamado apenas pela aquela palavrinha assustadora nos ouvidos de um designer: “micreiros”, mais isso é um outro assunto que merece um artigo só para ele.

Designer, Dezainer e batatas fritas…

Outro ponto interessante que infelizmente no Brasil acontece, é o fato de que por mais cultura americana a pessoa tenha ela sempre confunde designer com design. Vejo muita gente falar que por exemplo “O designer do meu carro é show!”. Sem contar nas pessoas que escrevem “Dezainer”, mais isso é um erro gramatical de inglês.

Design é o conceito, a disciplina, o projeto. Já designer é quem faz design, então entramos em algo mais profundo: se designer é quem faz design podemos dizer que filósofo é quem faz a filosofia, e professor é que faz a didática. A verdade é que filósofo usa da filosofia para filosofar, professor usa da didática para ensinar, e designer… usa design para criar batatinhas fritas!

Em que área usar Design?

O termo só pode ser usado em áreas específicas (usando de maneira correta). Para entender em que área usar é só verificarmos se aquela área o design é feito em uma produção em série. Por exemplo, o design de um folder é em série pois será impresso muitos deles, um website será visualizado por muitas telas, o que já nos dá idéia de produção em série. Agora hair design, não pode ser nomeado assim, pois você já viu um corte de cabelo ser realizado em série?

Isso nos leva à outro conceito interessante, o fato de design ser projetado para uma grande quantidade de pessoas (mesmo que pequena), ou seja, não se faz design para uma pessoa, senão não é design. Um exemplo no webdesign, se eu fosse criar o site só para meu cliente, eu apenas perguntaria que cor ele mais gosta, que tipo de traços e etc, sem mesma saber nada sobre a empresa dele, seria fácil agradá-lo, mais como o site são para os clientes do meu cliente, tenho que fazer um site para um publico pelo qual não sei a cor favorita e nem que tipo de traços gosta.

Então como fazer com que o site agrade a todos? Acho até interessante entrar mais uma vez no conceito de micreiros, o micreiro cria o site da forma em que agrade o cliente e ele cobra pelo serviço (e na maioria das vezes, barato), então o site está pronto, mais sem usabilidade alguma, e de forma que o publico alvo não goste. Já o webdesigner cria o site para o cliente, de forma que agrade o cliente e os usuários também, e ainda cobra um preço insignificante (pelos anos de estudo) e que o cliente ainda acha caro e possivelmente procura um micreiro.

Devo confiar nesse artigo?

Se eu falasse que não, não teria nem mesmo escrito, certo? Mais enfim, tudo que você leu aqui, não saiu da minha experiência pessoal, e sim dos meus profundos estudos (e por mais que parece pouco, levou horas). É claro que nem todo mundo que você encontrar pensará dessa maneira, e nem mesmo você tem que sair falando para quem corta seu cabelo que ele não faz hair design. O que você deve fazer é fazer como eu, compartilhar o seu conhecimento para que as pessoas entendam o verdadeiro sentido do design e usem a palavra certo.

Outra coisa interessante a fazer é comentar aqui, nem que seja só para falar se gostou ou não gostou, diga sem medo que partes concorda, onde não concorda, qual suas definições, enfim, vamos compartilhar o que sabemos, afinal? Esse não é o objetivo da “tal” Web 2.0?

1 comment Novembro 16, 2007


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